17 / 02 / 2026 / O Carnaval Da Ingrid

Eu, meu neto Bambino no colo e a Ingrid junto à minha neta Maria e meu neto Faraó

Mais uma vez, estive trabalhando numa data que se conflituava com um dia importante para mim – o do nascimento da Ingrid. Desde pequena, demonstrava uma personalidade vibrante, a aquariana. Todos os anos, ela costuma sair em blocos em que desfila a sua personalidade vibrante e alegre. Mas não é uma alegria inconsequente, mas necessária. É quando ela combate o seu profundo mal-estar com o mundo e se entrega ao lado lúdico da vida. Foi durante um dia de Carnaval que ela viu um homem bem grande que lhe sorriu e foi ao seu encontro. Certa vez perguntei ao gigante como é que ele, do alto de seus dois metros de altura, vislumbrou a jovem mulher de um metro e sessenta no meio de tanta gente. Ao que ele respondeu: “Ela brilhava!”… Nunca duvidei.

Ela consegue reunir em torno de si amigas e amigos especiais, além de ser uma referência para as suas irmãs que a admiram e lhe amam. Dia 17 de Fevereiro caiu numa Terça-Feira de Carnaval. E é como num samba-enredo feliz que ela sublima a dor e sua história se desenvolve, apesar das mazelas às quais é obrigada a conhecer como advogada que luta por desvalidos e injustiçados. Se há um nome que possa ser dado a esse enredo é o de “A Pequena Que Se Agiganta” quando trabalha como defensora da dignidade humana.

Parabéns, filha querida!