Projeto Fotográfico 6 On 6 / Ho Ho Ho / Presentes De Natal

A Tânia me avisou que estaria para chegar uma entrega. Um presente mim. Disse que não precisava. Ela retrucou que já seria o presente de Natal. Essa informação me fez lembrar da proximidade da data, enquanto tentava realizar as tarefas comezinhas do cotidiano — varrer, passar pano no chão, lavar a louça, recolher a roupa no varal. Por ter que ficar atento às chamadas no portão, com a campainha quebrada, as peludas me ajudariam no alarme com os seus latidos. Quando o entregador chegou, estava resolvendo questões de trabalho ao telefone. Recebi o pacote, ao qual achei muito leve, o deixei sobre a mesa da sala de jantar e voltei minha atenção para o que eu estava fazendo. Mais tarde, a própria presenteadora abriu a embalagem e começou a montar o artefato. Bem, pensei, é um presente para mim e para a casa. Naquele momento, me senti como a dona-de-casa de antigamente em que o marido diz que lhe fará um regalo. Enquanto esperava que fosse uma bolsa ou vestido, recebia uma panela de pressão. Quando mencionei o fato, rindo, ela disse que o meu presente chegaria outro dia. Mas não deixou de relatar o episódio para as meninas e é óbvio que virei motivo de brincadeiras na família. Entres risos francos, disseram que aquilo seria uma espécie de pequeno reparo histórico contra a dominação do sistema patriarcal imposto às mulheres.  

Finalmente chegou o presente da Tânia. De fato, presentes — três lindos pares de calçados. Eu tenho mais sapatos do que costumo usar por dois motivos. O primeiro, porque elejo favoritos e costumo passar temporadas com eles, muito mais pelo conforto do que pela beleza. O segundo, porque costumo usá-los até o limite. Recentemente, relatei o episódio do estouro do solado de um dos pares em pleno Centro. Se houvesse uma terceira razão, teria a ver com o meu passado de garoto pobre que durante muito tempo teve um par de conguinhas, um par de sapatos para sair e um par de chinelos. Ter sapatos em demasia me deixa um tanto acabrunhado, como se não devesse… Porém, casado, com filhas que gostam me ver mais estiloso, tenho aberto mão dessa sensação para não ser eu as acabrunhar.

A minha mãe adorava o Natal. Mesmo na época das vacas magras, fazia questão de montar o presépio e a árvore, com os devidos enfeites. O velho presépio até hoje pontua em minha lembrança. Colocávamos sobre um espelho sem moldura, a grama (papel verde), terra para fazer o caminho, demarcado com pedrinhas que pegávamos no quintal. Armávamos o estábulo, colocávamos a manjedoura com o menino Jesus, uma vaquinha junto a ela, para aquecê-lo com a sua respiração. José, de um lado, Maria, de outro. Os carneiros espelhados pelo campo e os Três Reis Magos à entrada do lugar sagrado. Perto do estábulo, corria um rio que serpenteava a região. A água era referenciada pelo efeito causado pela parte do espelho descoberto. O presépio, seguindo a tradição hispânica. era desmontado apenas no Dia de Reis, quando as crianças recebiam os presentes trazidos pelos magos reais. Com o tempo e a massiva propaganda comercial, o Natal passou a ser esse dia.

Outra coisa que a Dona Madalena adorava era a ceia de Natal. Mulher que sabia aglutinar pessoas ao seu redor, a casa até nos dias mais precários, estava sempre de gente. Só fico a imaginar como ela conseguia, sem dinheiro, fazer essas reuniões. Suponho que os irmãos, em melhor situação financeira, deviam ajudá-la. Essa fase difícil se devia a ausência de meu pai, perseguido pela repressão da Ditadura, passando longas temporadas sem paradeiro definido. Até ser finalmente preso. Quando saiu, passou a trabalhar em empregos fixos, normalmente como almoxarife ou porteiro. Mas após algum tempo, foi embora de casa. Passando a administrador da herança deixada pela esposa de seu pai, escolheu ajudar nas despesas, como se pagasse uma pensão, ainda que não oficialmente separado da minha mãe. Foi uma época de estabilidade, como deixa transparecer a imagem ao lado dos seus três filhos diante da mesa farta. Nela, demonstra a alegria da menina que superou as agruras da Segunda Guerra Mundial, a perseguição política, as dúvidas quanto ao futuro dos filhos, a felicidade de ter netos. Esse sorriso era o meu melhor presente.

Sei que meus tios nos davam presentes de Natal. Não me lembro quem deu o que, mas tive miniaturas de soldados de plásticos, com jipes e caminhões que viviam em guerra, sem que ninguém realmente morresse. Tive também um carrinho de bombeiro em que a escada magirus se erguia. Com ela, salvei muita gente de morrer queimada. Eu me lembro de ter recebido de presente uma via férrea (de plástico) com trenzinhos com locomotivas e vagões, e uma estação. Viajei muito neles. Mas o que lembro de ter marcado minha infância (e foi a minha mãe que comprou) foram os blocos de madeira de montar castelinhos antigos. Variava as posições, criava caminhos e construía obstáculos. Principalmente, criei muitas histórias que envolviam as cercanias, os muros, as torres, as janelas fechadas, as passagens secretas. A imaginação sempre foi o meu maior brinquedo.

Eu vi passar uma família típica destas paragens periféricas — avó, filha com um neto pequeno no colo, uma mocinha e um adolescente junto a elas, em escala de cores de pele da mais claras a mais escura, a do mocinho. Em dado momento, o menino pegou um folheto de supermercado no chão. A senhora mais velha pediu para que deixasse onde estava e ele respondeu que queria ler. Eu, na idade dele e mesmo antes, lia tudo que caísse em minhas mãos, incluindo bulas de remédio, latas de manteiga, propagandas de lojas e cartões de apresentação. Papéis iguais ao dele estavam para dentro do meu portão. Nele, eram mostradas imagens de vários tipos de carne de um lado, falando sobre a promoção do açougue e do outro, ofertas de produtos diversos — de produtos de limpeza a utensílios. Isso me mortificou. Os preços estavam totalmente fora de alcance da humilde família. Fiquei a imaginar que nesta época em que se comemora o nascimento de um menino que veio para modificar a perspectiva de um mundo sem saída para um outro com esperança de uma nova vida para os desalentados, sua palavra desvirtuada redundou em indiferença, desilusão e injustiça social. Tudo fica pior quando aquele que proclama ser terrivelmente evangélico é o que mais subverte o Evangelho. Será um triste Natal nesta segunda edição de 2020, conhecido como 2021. Um erro que cometemos como povo, levará anos para ser revertido. Nosso Presente para as futuras gerações.

Lunna Guedes / Mariana Gouveia / Roseli Pedroso

Entrevista Sobre O Lançamento de Curso De Rio, Caminho Do Mar

Como surgiu o título do livro?

Eu estava escrevendo uma das crônicas proposta pelo curso de crônicas da Scenarium  —Livros Artesanais e essa sentença surgiu ao final de uma delas. Percebi a conexão que havia entre os rios canalizados nas várzeas de São Paulo, frequentemente transformadas em avenidas de fundo de vale, uma característica bastante acentuada na região na qual moro, na Periferia da Zona Norte. São os rios cinzas pelos quais transito na cidade. Caminho do Mar é o sentido que realizei em busca de salvamento.

Quais são os personagens do livro?

Os personagens somos todos nós, intermediados por minha voz. Quando falo de nós, me refiro à comunidade humana, ao País, em particular. Evidentemente, alguns nomes mais próximos pontuam mais evidentemente porque participam do meu olhar do tempo imediato ao qual aludo, além de personagens aleatórios que surgem sem pedir licença. Quase um diário de viagem.

Como foi o processo de feitura do meu livro?

Como já citei, eu precisava escrever para exteriorizar a minha dor, o processo de desalento pessoal, muito guiado pela situação que via se agravar no País. Antes, eu era um ser recluso, alheio ao que acontecia ao meu redor, que só observava como se fosse um voyeur. Não interagia com ninguém, apenas convivia. Após perceber que era um caminho sem volta para o fim, decidi me salvar abrindo meu peito ao mundo e às pessoas. Não sem muita dor, igualmente. Mas era uma dor redentora, enquanto a outra era egoísta e sem propósito. Com isso, sofro quando vejo o mal grassando como praga. Para nós, brasileiros, não bastava a Pandemia, tinha que haver um ser abjeto que conduzisse todos nós à catástrofe. Como digo sempre, nada acontece do nada. É um desenvolvimento paulatino. Criamos as bases, os precedentes e demos chance para que o fenômeno que estamos vivendo acontecesse.

Um trecho do livro…

“Reverencio a luz, a energia visível e invisível de tudo o que me envolvia — água, árvores, seres — que pululam entre meios e veios a transitarem entre as dimensões. Saio da água renovado e agradeço à Marina e à Alice, juntando as mãos em sinal de gratidão… por me levarem até lá. Voltamos repisando passos de milhares antes — ainda que fosse um lugar mais segredado —iguais a mim, humildemente gratos e largamente agraciados.

Reencontramos a mulher que nos chamou a atenção — isolada, a conversar com seres invisíveis ou consigo mesma. Quando chegamos, ela posicionava a placa de “PERIGO”, a declarar que se as mulheres não o fizerem, não serão os homens que o farão. Fui ao mar. Dentro d’água, a vejo exortar as ondas:

— Sai doença! Venha cura! — frase repetida algumas vezes.

Ao voltar, interrompi a leitura para observá-la a recolher conchinhas. Vez ou outra, conversava com as águas. E eu me interessei por sua história. Soube que era amante do mar. Que garota, o pai não gostava que a família fosse à praia ao invés das serras de Minas. Ao primeiro contato com o oceano, se apaixonou. Morava em São Paulo.

Mas decidiu deixar a metrópole quando percebeu que aquilo não era vida.

Cantava o trecho de ‘Exagerado’, de Cazuza ‘por você eu largo tudo: carreira, dinheiro, canudo’, em alusão ao mar. Formada e pós-graduada, a Sacerdotisa desceu definitivamente há três anos para Ubatuba.
A família foi para Portugal. Olhando em torno disse que nunca poderia deixar aquele paraíso.
Eu pensei a mesma coisa.” — Trecho de A Sacerdotisa

O que se espera encontrar ao ler Curso de Rio, Caminho do Mar?

Identificação com o tempo e o lugar em que estamos. Porque simplesmente “estamos” e as pessoas parecem se considerar eternas no sentido material da realidade que nos é dada a ver. Tento ultrapassar o véu que nos ilude e chegar ao cerne de Ser, para além de ser um humano ser.

Qual a emoção que esse livro pretende provocar?

Empatia. De minha parte para os outros. Espero receber sinais de empatia de retorno. Mas já aprendi que não devemos criar expectativas. O que sei é que esse livro me salvou. O que pode mais se esperar de palavras impressas em folhas de papel, enlaçados artesanalmente?

Eu Escrevi Outro Livro

Eu estava como que boiando solto no rio de asfalto paulistano, a ponto de ter mais uma crise de ansiedade de consequências funestas. Eu me conhecia. Já havia passado por isso antes. Em outras ocasiões, quase embarquei numa viagem sem volta. Cheguei a tocar o limite e quase vislumbrei ultrapassá-lo. Terminava o mês de janeiro deste ano e encontrei uma maneira de não afundar — parti para o Litoral Norte — o meu norte junto ao mar, onde busquei boiar no líquido amniótico marinho para renascer. Ao mesmo tempo, comecei a fazer um dos cursos de escrita da Scenarium, conduzido pela Lunna Guedes.  

O sincronismo entre a necessidade de escrever sobre o que acontecia comigo e o curso voltado para a produção de crônicas, encontrou ensejo na busca da união de uma linguagem íntima e a expressão do que acontecia ao meu redor, no tempo presente. A visão pessoal sobre os acontecimentos, talvez fizesse com que superasse minha condição mental precária. Como se fosse um antídoto obtido do veneno — o que via acontecer no País colaborava para o aprofundamento da minha natural melancolia — conduziu-se a produção do meu texto. Ao mesmo tempo, o contato com o Mar foi paulatinamente resgatando meu equilíbrio no embate contra o movimento das ondas.  

Curso De Rio, Caminho Do Mar é o meu quarto livro pela Scenarium — Livros Artesanais, o terceiro de crônicas, o segundo numa linha mais intimista. Páginas de papel enlaçadas com arte que me resgataram das turbulentas águas da atual realidade brasileira, buscando vieses alternativos ao vislumbrá-la. Em um momento em que precisamos alimentar o povo deixado à própria sorte, percebi de maneira clara a necessidade de também alimentar o espírito. Essa interdependência se provou indissociável para sobrevivermos ao assédio do neofascismo.

O lançamento ocorrerá virtualmente, dia 27 de novembro, sábado, às 17h, pelo canal do Instagram do selo. Quem quiser adquirir esta e outras obras, entre o contato com a Scenarium — Livros Artesanais.

Projeto Fotográfico 6 On 6 / Rotas / Viagem Pelo Olhar E Pelo Tempo*

Rotas são indicativos do caminho que faremos para chegar a algum lugar. Muitas vezes, podemos dizer que as rotas são trajetos que se definem apenas no momento que o percorremos. Aonde chegaremos, mesmo que previamente estudadas e estabelecidas, torna-se um mistério ao seu final ou ainda durante a sua consumação. Normalmente, só o entendemos depois de algum tempo. Outras vezes, permanecem incógnitos os desígnios do senhor do destino. Em um tempo que é incrementada a discussão sobre universos paralelos, tema pelo qual tráfego intimamente há algum tempo, estabeleço a conexão que mais me apraz, enquanto eu tiver os meus sentidos físicos a favor — estabelecer contato com a realidade imaterial de maneira material, pelo olhar. Em 2014, em um dos vários eventos que realizei no Circolo Italiano, registrei com o meu celular de poucos recursos técnicos, imagens de uma pequena exposição. As fotos não ficaram nítidas. Eu me lembro que a luz dispersava de modo estranho sobre a superfície das pequenas esculturas. O que serviu para criar uma ambientação de sonho aos registros fotográficos. Os meus olhos por elas viajaram aos tempos que representam e cumprem a sua chegada neste tempo. As legendas são da época, com poucos acréscimos e modificações. 

Antes de acabar de carregar o equipamento da Ortega Luz & Som, com o qual realizamos o nosso último trabalho, não pude deixar de fazer um registro das pequenas esculturas que estavam no saguão de entrada do Circolo Italiano. Desde que as vi pela primeira vez, a beleza e os temas que evocavam me sensibilizou e fizeram com que eu me identificasse com elas. Como nesta aqui, em que vemos um semeador a esperançar a futura colheita.

Soldado da 1ª Guerra Mundial, a pior que já existiu. Nela, foram usados pela primeira vez aviões como armas, a utilização de gases venenosos dispersados indiscriminadamente, bombas experimentais a matar milhares nas antigas e ineficazes trincheiras, enquanto baionetas ainda serviam como recurso na luta corpo a corpo. Quando mais não fosse possível, as mãos a agarrarem o que servisse para ser usado como arma constituía o último recurso para matar e sobreviver.

A dança sempre fez e sempre fará parte da cultura humana. Dançar é a linguagem mais refinada do corpo. Eu não danço. Nunca me permiti soltar o quadril de minhas amarras. Mas sei amar a quem dança. Em um poema, já ousei dizer à minha personagem bailarina: “eu sou o amor dançando em você”.

Literalmente, um soldadinho de chumbo. Pelo estilo e uniforme, do final do século XIX. Como se vê, sua postura orgulhosa diz muito sobre aquele que ia para a frente de batalha todos prontos para matar… e poucos para morrer. Incutido de confiança, imagino que não lhe passasse pela cabeça que pudesse perder a vida. Talvez, apenas no último segundo, se lhe fosse dada a oportunidade de vislumbrar a passagem rumo ao não-lugar.

Essa figura poderia pertencer a qualquer cultura, tempo e lugar. Não há indicação, mas presumo que esteja preparando o fumo ou a isca, sentado sobre uma pedra junto a um rio. Em minha imaginação, chego a ouvir o barulho d’água que passa a rebater nas margens…

Na antessala do salão de festas, junto a uma bela biblioteca e de estantes de vidro com várias outras peças, sobre uma mesa, temos a Lupa Capitolina, a loba que alimentou os irmãos gêmeos, Rômulo e Remo, fundadores de Roma, após terem sido abandonados por Reia Sílvia, filha de Enéias. Segundo a lenda, eles foram gerados após um estupro sofrido por ela perpetrado pelo deus da guerra, Marte. Foram criados por um pastor e viveram de saques e assaltos até Remo matar Rômulo em uma disputa para saber onde construiriam a cidade que seria sede de um poder que mudou a face do mundo, pela violência e pela lei.

*Imagens e textos de 2014.

Mariana Gouveia — Lunna Guedes

Puxada De Costas*

Foto de 2015, realizada na Academia Peck & Deck

Em novembro de 2015, fazia dois anos que eu havia completado o bacharelado em Educação Física, curso iniciado tarde na idade (aos 48 anos) em termos comparativos, para aqueles que estipulam períodos certos para começarmos certos processos na vida. Fui bastante incentivado por minha companheira, que dizia que eu estava sofrendo de “síndrome de ninho vazio”, já que as meninas estavam crescidas e cuidando de suas próprias questões. Outra razão é de eventualmente vir a exercer uma profissão alternativa à prestação de serviços na área de eventos, bastante oscilante. O advento da Pandemia veio a corroborar o quanto isso é real.

À época, eu havia recém-iniciado o meu trajeto na Scenarium — Livros Artesanais, finalmente me assumindo como escritor (outra atividade “maldita”), mas mantinha minhas postagens na divulgação da atividade física pela importância e pelos benefícios que me proporcionou. Uma das outras razões para iniciar um curso sobre educação corporal foi o desenvolvimento da Diabetes, uma doença sistêmica que se não for acompanhada de perto, causa graves prejuízos à saúde humana. O estímulo muscular e consequente gastos calóricos auxiliam no equilíbrio da glicemia do diabético.

“Ainda sobre hoje na academia, há coisas que não mudam. Uma delas, é a puxada para as costas. Pode ser em aparelho novo ou velho, o importante é a correta execução, com o peso adequado para o seu estágio. Nada de acelerar o processo. Nada de ultrapassar a carga além da conta, como se fora competir com os fortões da academia. Isso desanima quem está começando e contunde quem está retomando a trajetória. Se o instrutor acha que você tem que sofrer uma paralisia muscular para alcançar algum progresso, desconfie.

A musculação, bem feita e bem dirigida, é uma das melhores atividades físicas para todas as idades, a partir dos 16 anos. Sim, começar antes disso, requer acompanhamento rigoroso, pois o corpo ainda está em desenvolvimento. Obviamente, esse assunto é polêmico, mas sugiro para aqueles que apenas querem ter um corpo saudável, sem que seja atleta de competição, que procure diversificar as várias opções esportivas. Esse procedimento amplia o repertório corporal. Busque a boa saúde, não apenas para buscar uma aparência bonita, mas para que previna o desenvolvimento de doenças físicas e psicológicas.”

*Texto, entre aspas, de 2015.